22/01/2026
Crises de Psoríase: Por Que Elas Surgem e Como Antecipá-las
Quem convive com a psoríase conhece bem a sensação de imprevisibilidade: períodos de relativa estabilidade são interrompidos por crises que surgem de forma abrupta, com piora das lesões, aumento da coceira e inflamação visível da pele.
A impressão é de que a doença “acordou” sem aviso.

Entender a sequência ajuda a antecipar:
1️⃣ Exposição ao gatilho (estresse, infecção, trauma, clima)
2️⃣ Ativação inflamatória silenciosa
3️⃣ Primeiros sinais na pele (coceira, ardor, vermelhidão)
4️⃣ Crise visível instalada (placas mais extensas e descamação)

O estresse não causa psoríase, mas é um dos principais desencadeadores de crises. Situações de ansiedade prolongada, sobrecarga emocional, luto ou mudanças bruscas elevam hormônios do estresse que favorecem a inflamação.
• um período de luto
• conflitos familiares ou profissionais
• crises de ansiedade ou depressão
Climas frios e secos contribuem para:
• ressecamento da pele
• microfissuras
• aumento da descamação
Isso explica por que muitas pessoas observam piora da psoríase no inverno ou em ambientes com ar-condicionado constante.
2.3 Emoções reprimidas e impacto silencioso
Emoções não expressas — como raiva, frustração e culpa — mantêm o organismo em estado de alerta contínuo. Esse estresse silencioso pode sustentar crises recorrentes mesmo quando a rotina parece estável.
3. Principais gatilhos das crises de psoríase

Infecções respiratórias, especialmente as estreptocócicas, estão associadas ao surgimento ou agravamento das crises, sobretudo na psoríase gutata.
Cortes, queimaduras, tatuagens, atrito excessivo e até arranhões podem desencadear novas lesões exatamente no local do trauma.
3.3 Uso inadequado de medicamentos
Alguns medicamentos podem agravar a psoríase ou precipitar crises, como:
• betabloqueadores
• lítio
• interrupção abrupta de corticoides
3.4 Alimentação e hábitos de vida
Consumo excessivo de álcool, tabagismo, alimentação inflamatória e privação de sono estão associados a crises mais frequentes e intensas.

• aumento discreto da coceira
• sensação de ardor na pele
• surgimento de pequenas áreas avermelhadas
• ressecamento fora do padrão habitual
Use este checklist como ferramenta de observação contínua:
⬜ Passei por estresse emocional recente?
⬜ Tive alguma infecção nos últimos dias?
⬜ Minha pele sofreu cortes, atrito ou queimaduras?
⬜ Dormi mal por vários dias seguidos?
⬜ Consumi álcool em excesso?
Responder “sim” a vários itens indica maior risco de crise iminente.
6. É possível antecipar e evitar crises de psoríase?
Não é possível eliminar completamente as crises, mas é possível reduzir sua frequência e intensidade.
• manter rotina regular de cuidados com a pele
• hidratar a pele diariamente
• manejar o estresse com técnicas adequadas
• evitar gatilhos já identificados
• seguir corretamente o tratamento médico
Algumas atitudes comuns podem piorar a situação:
❌ coçar excessivamente as lesões
Evitar esses comportamentos ajuda a reduzir complicações.
🔎 Se as crises estão se tornando frequentes, pode ser o momento de revisar seus gatilhos, rotina e tratamento. Nosso guia completo aprofunda esses pontos passo a passo.
Procure avaliação médica se:
⚠️ as crises se tornarem mais frequentes ou intensas
Conviver com psoríase é um processo de aprendizado contínuo. As crises não são falhas pessoais nem falta de cuidado. Elas são respostas do organismo a estímulos específicos — e quanto mais você entende esses estímulos, mais controle passa a ter sobre a doença.

A impressão é de que a doença “acordou” sem aviso.
Mas a realidade é outra. Crises de psoríase quase nunca são aleatórias.
Elas costumam ser o resultado de uma sequência de eventos — físicos, emocionais e ambientais — que ativam o sistema imunológico e intensificam a inflamação do organismo. Aprender a reconhecer esses gatilhos e os primeiros sinais é um dos passos mais importantes para retomar o controle da doença.
Elas costumam ser o resultado de uma sequência de eventos — físicos, emocionais e ambientais — que ativam o sistema imunológico e intensificam a inflamação do organismo. Aprender a reconhecer esses gatilhos e os primeiros sinais é um dos passos mais importantes para retomar o controle da doença.
Neste artigo, você vai entender por que a psoríase entra em crise, quais são os gatilhos invisíveis mais comuns e, principalmente, como antecipar e reduzir a intensidade das crises.
👇 Leitura complementar essencial:
"Psoríase: Quando a pele dá sinais de algo maior - Guia Completo"
1. Por que a psoríase entra em crise?
1. Por que a psoríase entra em crise?
A psoríase é uma doença inflamatória crônica mediada pelo sistema imunológico. Em fases de estabilidade, a inflamação permanece relativamente controlada. Já durante as crises, ocorre uma ativação exagerada da resposta imune, acelerando a renovação das células da pele e intensificando os sintomas.
Essa ativação não acontece “do nada”. Ela é desencadeada por gatilhos específicos, que variam de pessoa para pessoa e se acumulam ao longo do tempo.
Crises de psoríase surgem quando fatores internos ou externos desregulam o sistema imunológico e intensificam a inflamação.
1.1 Como uma crise de psoríase costuma evoluir
1.1 Como uma crise de psoríase costuma evoluir
Entender a sequência ajuda a antecipar:
1️⃣ Exposição ao gatilho (estresse, infecção, trauma, clima)
2️⃣ Ativação inflamatória silenciosa
3️⃣ Primeiros sinais na pele (coceira, ardor, vermelhidão)
4️⃣ Crise visível instalada (placas mais extensas e descamação)
Reconhecer os estágios iniciais permite agir antes que a crise se intensifique.
2. Estresse, clima e emoções: o que realmente piora a psoríase
2. Estresse, clima e emoções: o que realmente piora a psoríase
2.1 Estresse emocional como gatilho central
O estresse não causa psoríase, mas é um dos principais desencadeadores de crises. Situações de ansiedade prolongada, sobrecarga emocional, luto ou mudanças bruscas elevam hormônios do estresse que favorecem a inflamação.
Muitas pessoas relatam que a primeira crise intensa surgiu após:
• um período de luto
• conflitos familiares ou profissionais
• crises de ansiedade ou depressão
👇 Aprofunde-se:
"Estresse Emocional e Psoríase: Qual é a Relação Real?"
2.2 Clima e mudanças de estação
2.2 Clima e mudanças de estação
Climas frios e secos contribuem para:
• ressecamento da pele
• microfissuras
• aumento da descamação
Isso explica por que muitas pessoas observam piora da psoríase no inverno ou em ambientes com ar-condicionado constante.
2.3 Emoções reprimidas e impacto silencioso
Emoções não expressas — como raiva, frustração e culpa — mantêm o organismo em estado de alerta contínuo. Esse estresse silencioso pode sustentar crises recorrentes mesmo quando a rotina parece estável.
3. Principais gatilhos das crises de psoríase
Embora cada pessoa tenha seus gatilhos individuais, alguns são especialmente comuns.
3.1 Infecções
Infecções respiratórias, especialmente as estreptocócicas, estão associadas ao surgimento ou agravamento das crises, sobretudo na psoríase gutata.
👇 Veja também:
"Qual é o seu tipo de Psoríase: Placas, Gutata, Inversa ou Couro Cabeludo?"
3.2 Traumas na pele (Fenômeno de Koebner)
3.2 Traumas na pele (Fenômeno de Koebner)
Cortes, queimaduras, tatuagens, atrito excessivo e até arranhões podem desencadear novas lesões exatamente no local do trauma.
3.3 Uso inadequado de medicamentos
Alguns medicamentos podem agravar a psoríase ou precipitar crises, como:
• betabloqueadores
• lítio
• interrupção abrupta de corticoides
3.4 Alimentação e hábitos de vida
Consumo excessivo de álcool, tabagismo, alimentação inflamatória e privação de sono estão associados a crises mais frequentes e intensas.
👇 Leitura complementar:
"Psoríase e Alimentação: O Que Ajuda e O Que Pode Piorar"
4. Como reconhecer os primeiros sinais de uma crise
4. Como reconhecer os primeiros sinais de uma crise
Antecipar uma crise começa com autopercepção.
Sinais iniciais mais comuns
• aumento discreto da coceira
• sensação de ardor na pele
• surgimento de pequenas áreas avermelhadas
• ressecamento fora do padrão habitual
Muitas pessoas percebem esses sinais dias antes da crise se instalar.
Reconhecer os primeiros sinais permite agir cedo e reduzir a intensidade da crise.
5. Checklist prático: identifique seus gatilhos pessoais 📝
5. Checklist prático: identifique seus gatilhos pessoais 📝
Use este checklist como ferramenta de observação contínua:
⬜ Passei por estresse emocional recente?
⬜ Tive alguma infecção nos últimos dias?
⬜ Minha pele sofreu cortes, atrito ou queimaduras?
⬜ Dormi mal por vários dias seguidos?
⬜ Consumi álcool em excesso?
Responder “sim” a vários itens indica maior risco de crise iminente.
6. É possível antecipar e evitar crises de psoríase?
Não é possível eliminar completamente as crises, mas é possível reduzir sua frequência e intensidade.
6.1 Estratégias que ajudam no controle
• manter rotina regular de cuidados com a pele
• hidratar a pele diariamente
• manejar o estresse com técnicas adequadas
• evitar gatilhos já identificados
• seguir corretamente o tratamento médico
👇 Leitura essencial:
"Psoríase tem tratamento? Como Controlar os Sintomas e Recuperar qualidade de vida"
6.2 O que NÃO fazer durante uma crise ❌
6.2 O que NÃO fazer durante uma crise ❌
Algumas atitudes comuns podem piorar a situação:
❌ coçar excessivamente as lesões
❌ interromper a medicação sem orientação
❌ testar receitas caseiras agressivas
❌ ignorar sinais sistêmicos (febre, dor intensa)
Evitar esses comportamentos ajuda a reduzir complicações.
🔎 Se as crises estão se tornando frequentes, pode ser o momento de revisar seus gatilhos, rotina e tratamento. Nosso guia completo aprofunda esses pontos passo a passo.
👉 Acesse o Guia Completo da Psoríase
7. Quando procurar ajuda médica ⚠️
7. Quando procurar ajuda médica ⚠️
Procure avaliação médica se:
⚠️ as crises se tornarem mais frequentes ou intensas
⚠️ as lesões se espalharem rapidamente
⚠️ houver dor articular persistente
⚠️ surgir febre associada às lesões
Nota clínica: crises frequentes ou progressivamente mais intensas podem indicar necessidade de ajuste terapêutico ou investigação de comorbidades associadas.
8. Crises não definem você — elas podem ser compreendidas
8. Crises não definem você — elas podem ser compreendidas
Conviver com psoríase é um processo de aprendizado contínuo. As crises não são falhas pessoais nem falta de cuidado. Elas são respostas do organismo a estímulos específicos — e quanto mais você entende esses estímulos, mais controle passa a ter sobre a doença.
👇 Veja também:
Psoríase e Qualidade de Vida: Corpo, Mente e Autoestima
Conclusão 💙
Conclusão 💙
Você não precisa enfrentar as crises de psoríase sozinho(a).
Aprender a reconhecer gatilhos e antecipar crises transforma a relação com a psoríase.
No Bem Viver Hub, reunimos conteúdos científicos, claros e humanizados para ajudar você a compreender sua doença, identificar sinais precoces e construir uma rotina de cuidados mais segura e eficaz.
👉 Explore o Guia Completo da Psoríase e os conteúdos do cluster
🟡 Nota Editorial Bem Viver Hub
🟡 Nota Editorial Bem Viver Hub
"Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação médica. A psoríase é uma condição individual, e o tratamento deve sempre ser orientado por um profissional de saúde."
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📚 Referências Científicas:
• World Health Organization (WHO). Global Report on Psoriasis.
• National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases (NIAMS). Psoriasis Overview.
• Mayo Clinic. Psoriasis — Causes and Triggers.
• Cleveland Clinic. Psoriasis Flares.
• National Psoriasis Foundation. Psoriasis Triggers.
• Griffiths CEM et al. Psoriasis. The Lancet.
• World Health Organization (WHO). Global Report on Psoriasis.
• National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases (NIAMS). Psoriasis Overview.
• Mayo Clinic. Psoriasis — Causes and Triggers.
• Cleveland Clinic. Psoriasis Flares.
• National Psoriasis Foundation. Psoriasis Triggers.
• Griffiths CEM et al. Psoriasis. The Lancet.